A Honda CG 160 e a Yamaha Factor 150 dominam o mercado de motos de trabalho no Brasil há décadas. São as escolhas principais de motoboys, entregadores e trabalhadores do campo que precisam de uma moto confiável, econômica e com bom custo de manutenção. Mas qual das duas leva vantagem em 2025?
Motor e desempenho
A CG 160 usa motor monocilíndrico de 162,7 cc, 16,3 cv com injeção eletrônica. A Factor 150 tem motor 150 cc, 10,9 cv, também injetado. No papel, a Honda é mais potente — diferença que se manifesta principalmente em ultrapassagens e subidas mais íngremes com carga.
Consumo de combustível
O ponto mais importante para quem usa a moto para trabalhar. A Factor 150 leva vantagem: seu motor menor e a relação de transmissão mais econômica resultam em consumo médio de 38 km/l, contra 33 km/l da CG 160 na mesma condição de uso. Em 4.000 km mensais, isso representa uma economia de R$ 110 a R$ 140 por mês em combustível.
Custo de manutenção
Ambas têm revisões baratas e peças abundantes em todo o Brasil. Mas a rede de distribuição da Honda é ligeiramente maior, o que facilita encontrar peças originais no interior mais distante. A diferença não é enorme — mais de 90% das cidades com acima de 20 mil habitantes têm fornecedores de peças para as duas marcas.
Qual escolher?
Se o foco é desempenho e versões mais equipadas, a CG 160 é melhor. Se o foco é economia de combustível no longo prazo e seu uso é predominantemente urbano e plano, a Factor 150 paga mais no bolso ao longo dos meses.