Barato de comprar e barato de manter são coisas bem diferentes. Um carro de entrada de R$ 65.000 pode ter custo mensal de manutenção e operação muito mais alto que um de R$ 90.000 se o modelo for mais eficiente, tiver seguro mais barato e peças mais acessíveis. Fizemos uma comparação dos principais modelos para eleger os campeões do custo-benefício operacional.
Critérios da análise
Para cada modelo, consideramos: seguro (média da capital mais cara e mais barata), IPVA médio nacional, custo das revisões dos primeiros 50.000 km, preço médio dos pneus de reposição e consumo de combustível em uso urbano.
Os campeões de baixo custo operacional
1. Volkswagen Polo Track 1.0 — Seguro mais barato que o Onix por ser menos roubado. Revisões abaixo de R$ 600. Pneus 185/65 R15 a R$ 280 cada. Consumo de 13,2 km/l na cidade. Custo operacional estimado: R$ 1.180/mês.
2. Fiat Argo Drive 1.0 — Revisões mais baratas da categoria (R$ 480 nas primeiras 4 revisões em média). Seguro em linha com os populares. Consumo de 12,8 km/l. Custo operacional: R$ 1.240/mês.
3. Renault Kwid 1.0 — O mais barato de manter em termos absolutos: revisões a partir de R$ 320, menor peso tributário pelo valor mais baixo do veículo. Consumo de 13,8 km/l no ciclo urbano. Custo operacional: R$ 1.050/mês.
Modelos que parecem baratos, mas não são
Alguns SUVs de entrada têm preço de compra próximo dos compactos populares, mas pneus de 17 e 18 polegadas custam o dobro para trocar, seguros são 30% mais caros e revisões têm mais itens incluídos. Calcule antes de decidir.